Solidão, uma Barganha da Alma.

 

Michel H. Baruki
 


As almas sempre brilham com surpresas,
e os anseios tomam formas muito estranhas,
silentes são capazes de façanhas,
que as fazem enxergar com mais clareza.
 


Fazer da solidão autodefesa,
seja num quarto ou no alto da montanha,
é o olhar no horizonte que barganha,
o que a alma necessita com firmeza.
 


Quando as almas desejam ficar sós,
que elas rompem as trevas da aflição,
e voam livres igual um albatroz.
 


A vida faz bater o coração,
na mente o sonho corre bem veloz
e faz de companheira a solidão.

Michel – Blumenau – 26.08.2003

 

 

 

 

 

  Midi:  Notas Inocentes (Portugal)

 

Envie para 10 amigos

clicando na figura.

 

 

Clique à direita para

ir para nova página

Variedades

Principal

Poesias de amigos

Poesias de Cândido

Cantinho Home

Poesias de Michel