Saudades II

Cândido

 



Saudade da aldeia dos meus amores
Onde um toque de mãos era uma jura
E a pureza dum beijo uma aventura
Na génese de todos os sabores…


Saudade dos amores do fim das tardes
Hora do meu silêncio e reflexão
Que sentia bater o coração
Nesse místico toque das trindades…


Saudade das cerejas, rubras, doces
Que te oferecia, como se fosses,
Uma Deusa subindo no Altar,


Por que tu eras tudo que brilhava,
Como um sol que tudo iluminava,
No centro do meu sistema solar.


Cândido, 25/02/2004

 

 

 

 

 

 

  Musica: Dream On

 

 

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