Maldito Ciúme.

 

 

Michel H. Baruki



Minh’alma ama num vivo sentimento,
faço de uma fonte um rio amoroso,
teu corpo não é só um instrumento,
é um templo de amor tempestuoso.

Por isso eu a seduzo nos momentos,
para sentir teu frêmito ansioso,
e te entregas a mim que estou sedento,
com grito de prazer, bem ardoroso.

Do meu ciúme amargo bebo o pranto,
veneno que não deixa-me viver,
por não acreditar que me amas tanto.

O bom senso não é enlouquecer,
vou sorrir, pois é meu o teu encanto,
te amar com alegria para crer.

Michel – Blumenau

 

 

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