É Natal de Esperança.

 

Cândido

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Natal é recordar um Deus menino
A nascer numa gruta de humildade
Para tentar salvar a humanidade
Que tinha malfadado o seu destino.


Natal é dar as mãos, ser verdadeiro,
É perdoar a quem nos ofendeu
Acreditar num espaço lá no Céu
Pra um poeta sem guerras no tinteiro.


Natal é uma festa de quem crê
De quem a luz do céu ainda vê
Lá no fundo do túnel do amor.


Natal é uma bola de criança
Nas mãos de quem ainda tem esperança
Que o mundo há de um dia ser melhor.

Cândido, 10/12/2005

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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